quinta-feira, 22 de Março de 2018

Compartilhe

A nossa Draft Season já começou e está a todo vapor na Liga dos 32! Após o sucesso da última temporada, o Mock com 5 opções para cada time está de volta. Nesse modelo, são apresentadas cinco opções de jogadores para cada franquia, levando em conta as respectivas necessidades das franquias e quais os jogadores estão cotados para cada escolha do Draft. Vamos conferir

LEIA MAIS: Mock Draft com 5 opções – 1ª a 8ª escolha

LEIA MAIS: Mock Draft com 5 opções – 9ª a 16ª escolha

17 – SD Los Angeles Chargers

DLs – Vita Vea (Washington) e Da’Ron Payne (Alabama)

Com uma dupla de pass rushers como Joey Bosa e Melvin Ingram e um CB do talento de Casey Hayward no elenco, o Chargers tem todo o potencial para estabelecer uma defesa de elite. Para realizar esta promessa falta principalmente um DT com ampla habilidade de parar o jogo terrestre adversário. Pensando nisso, atletas como Vita Vea e Da’Ron Payne apresentam grande capacidade de exercer a função, ocupando bloqueios e perturbando RBs, além de ainda adicionarem algum valor pressionando QBs.

S – Derwin James (Florida State)

Em uma possibilidade que parece cada vez menos provável conforme o Draft se aproxima, o Chargers amaria ter Derwin James disponível em sua seleção de primeira rodada. Ele seria um substituto de potencial muito superior a Tre Boston, que ocupou a posição em 2017, e elevaria o patamar de uma já forte secundária a um nível próximo das melhores da NFL.

LB – Rashaan Evans (Alabama)

Além de um DT para conter corridas nas trincheiras, um bom LB pode ser uma opção interessante para o Chargers nessa escolha, para complementar um sólido grupo com Denzel Perryman e Jatavis Brown. Assim, o melhor jogador disponível na posição nessa altura do Draft deve ser Rashaan Evans, atleta muito físico e de grande habilidade contra o ataque terrestre.

QB – Lamar Jackson (Louisville)

Por fim, em um cenário no qual todos os seus principais alvos já foram selecionados ou então o GM Tom Telesco decida investir em uma peça para o futuro do Chargers e ainda tenha sorte de ninguém selecionar Lamar Jackson antes. Jackson se encaixa com algumas das características que o técnico Anthony Lynn parece valorizar e poderá ficar no banco para aprender com Philip Rivers por alguns anos antes de precisar assumir o posto de QB titular da franquia.

18 –logo seahawksSeattle Seahawks

CBs – Josh Jackson (Iowa) e Carlton Davis (Auburn)

Antes um dos pontos fortes da equipe, a secundária do Seahawks pode ter um considerável número de novos rostos em 2018, levando também em consideração as incertezas rondando o futuro de Kam Chancellor e Earl Thomas. O grupo de cornerbacks, particularmente, está bastante raso com as saídas de Richard Sherman (49ers) e Byron Maxwell (fim de contrato). Apesar das chances do retorno do Maxwell serem consideráveis, o Seahawks pode muito bem ir atrás de um reforço para o setor logo com sua primeira escolha no Draft.

Tanto Jackson como Davis checam vários requisitos que o Seahawks procura em seus CB, dentre eles o fato de ambos possuírem braços maiores que 32 polegadas (aproximadamente 81,2 cm). Além disso, ambos possuem boa estatura e porte físico para a posição, sendo Jackson um defensor com melhores instintos no sentido de saber quando a bola vem em sua direção e Davis possuindo um estilo extremamente físico de jogo, similar ao próprio Sherman.

EDGEs – Marcus Davenport (UTSA) e Harold Landry (Boston College)

Com as recentes saídas de Michael Bennett e Sheldon Richardson, além da indefinição da situação do Cliff Avril, o Seahawks também possui alguns “buracos” consideráveis no seu grupo de pass rushers. Apesar de possuírem características bastante diferentes, tanto o Davenport como o Landry são EDGE rushers bastante promissores. O ex-Roadrunners tem tudo que uma franquia procura em um DE do ponto de vista atlético e físico, precisando ser melhor desenvolvido na parte técnica. Por outro lado, Landry não possui um porte físico tão bom quanto o companheiro de posição, além de também necessitar de um repertório de movimentos de pass rush mais refinado. Entretanto, o ex-defensor de Boston College é absurdamente explosivo, veloz e ágil.

OT Connor Williams (Texas)

Um reforço para a sua famigerada linha ofensiva também é um cenário possível para essa escolha, principalmente se um jogador como Williams estiver disponível. O jogador não só representaria uma opção mais promissora para a posição de RT em relação a Germain Ifedi e George Fant, como também seria uma alternativa mais jovem e barata para substituir Duane Brown na posição de LT em um futuro não tão distante.

 

19 – logo cowboysDallas Cowboys

WRs – Calvin Ridley (Alabama) e Courtland Sutton (SMU)

Após uma temporada de regressão por parte do QB Dak Prescott e um período silencioso durante a Free Agency, o Cowboys não sairá das primeiras rodadas desse Draft sem investir uma parte de seu capital em um WR. Como os dois melhores jogadores da posição podem estar disponíveis nessa altura, caberá ao time pensar qual encaixe será melhor entre Calvin Ridley, que corre rotas precisas, tem boas mãos, mas é menor e menos físico, e Courtland Sutton, mais alto e forte, bom com a bola no ar e um alvo em profundidade de qualidade, apesar de ser pior no aspecto técnico.

DL – Da’Ron Payne (Alabama)

Uma das posições mais carentes de talento no plantel do Cowboys está no miolo de sua linha defensiva. Sem um jogador de impacto, capaz de fazer a diferença, é bem possível que a franquia olhe para um DT na rodada inicial do Draft. com Da’Ron Payne como opção viável e de alta qualidade.

OGs – Isaiah Wynn (Georgia) e James Daniels (Iowa)

Durante a offseason, um dos tópicos mais discutidos pelo time foi retornar La’el Collins para a posição de LG depois de uma temporada como RT em 2017. Contudo, isso afetaria a continuidade da evolução do jogador e não parece a decisão ideal. Por isso, nomes como Isaiah Wynn e James Daniels podem ser escolhas que tornariam uma das melhores linhas ofensivas da NFL ainda melhor por um bom período de tempo sem afetar a evolução de seus jogadores.

20 –logo lionsDetroit Lions

OG Isaiah Wynn (Georgia) e OC/OG James Daniels (Iowa)

Com Graham Glasgow provavelmente atuando como center na próxima temporada, a posição de LG é a única da linha ofensiva do Lions que ainda continua indefinida e pode ser que o time vá atrás de um reforço no começo do Draft. Tanto Wynn como Daniels são jogadores bastante experientes e técnicos, capazes de contribuir de imediato na linha ofensiva do Lions.

DE Marcus Davenport (UTSA) e DE Harold Landry (Boston College)

O grupo de pass rushers talvez seja a maior fraqueza atual do Lions devido ao grande número de incógnitas rodeando o setor. Ziggy Ansah – que recebeu a franchise tag – tem enfrentado problemas para se manter saudável e caiu drasticamente de produção recentemente. Kerry Hyder volta de uma seríssima lesão no tendão de Aquiles e Anthony Zettel, apesar da sólida temporada, não pode é suficiente para resolver os problemas do setor.

RB Derrius Guice (LSU)

Seja por problemas nas trincheiras ou falta de talento na posição de running back, o ataque do Lions tem sido extremamente unidimensional há bastante tempo. Apesar da grande quantidade de talento disponível na posição de RB nessa classe, Derrius Guice está em um patamar acima do resto da classe com exceção de Saquon Barkley. O ex-Tigers é um corredor extremamente físico, explosivo, veloz e capaz de conquistar longos ganhos a qualquer momento.

LEIA MAIS: Mock Draft – Eduardo Araújo 1.0

21 – logo bengalsCincinnati Bengals (via Buffalo Bills)

OGs – Will Hernandez (UTEP), Isaiah Wynn (Georgia) e James Daniels (Iowa)

Não existe nenhuma dúvida de que a linha ofensiva é de longe o setor que mais precisa de ajuda no elenco do Bengals, com a necessidade de investimento de múltiplos recursos para buscar sua melhoria. Após cair nove posições na primeira rodada ao adquirir o sólido LT Cordy Glenn em troca com o Bills, agora é provável que Cincinnati vá atrás de peças para fortalecer o interior de sua OL, com a aquisição de um guard ou center. Entre nomes plausíveis estão Will Hernandez, de estilo dominante fisicamente, Isaiah Wynn, mais técnico e com experiência como LT no nível universitário, e James Daniels, que apresenta a versatilidade de poder atuar em qualquer posição no miolo da trincheira.

DL – Da’Ron Payne (Alabama)

Mesmo com a presença de um talento de elite como Geno Atkins na posição de DT e de uma dupla de pass rushers de bom nível em Carlos Dunlap e Carl Lawson, além de alguma profundidade nas posições de DE, o Bengals pode conseguir uma bela melhoria em relação a Michael Johnson, que provavelmente seria o titular atual ao lado de Atkins. Assim, Da’Ron Payne surge como uma opção natural para deixar esta linha defensiva completa.

LB – Rashaan Evans (Alabama)

Ao somar as constantes suspensões de Vontaze Burfict ao seu histórico de lesões sofridas nos últimos anos, se torna possível vislumbrar uma situação na qual o Bengals dispensaria o problemático, porém talentoso LB. Além disso, ao considerar que a posição tem uma rotação fraca quando se exclui Burfict da equação, Rashaan Evans se torna um alvo de interesse para a franquia, com o intuito de melhorar seu front seven e trazer uma liderança positiva para a defesa.

22 – logo billsBuffalo Bills (via Kansas City Chiefs)

WR Courtland Sutton (SMU)

Com o polêmico episódio envolvendo Zay Jones nos últimos dias e a incerteza acerca do estado mental do jovem recebedor, a necessidade do Bills com relação à posição de WR aumentou ainda mais. É improvável que Ridley esteja disponível nessa escolha, sendo a escolha de Sutton um cenário mais realista para essa escolha. Ao lado de Kelvin Benjamin, o ex-Mustangs formaria uma dupla com ótimo porte físico e estatura.

OC/OG James Daniels (Iowa)

Com a aposentadoria de Eric Wood, o Bills foi atrás de Russell Bodine durante a Free Agency. Entretanto, o jogador foi um dos piores titulares da posição na última temporada e certamente há boas chances de Brandon Beane ir atrás de uma opção mais jovem e talentosa para a posição. Uma das alternativas seria justamente o melhor center da classe, James Daniels. A presença do físico jogador adicionaria um fator físico ainda maior para o “miolo” da linha ofensiva do Bills.

LBs – Rashaan Evans (USC) e Leighton Vander Esch (Boise State)

Outra posição que pode receber um reforço cedo no Draft é a de middle linebacker, que atualmente conta  provisoriamente com Tanner Vallejo como titular. Evans seria a opção mais segura com Roquan Smith e Tremaine Edmunds fora do board. O defensor de Alabama seria um encaixe fácil na defesa de Doug McDermott por ser muito bom reconhecendo as jogadas, veloz e capaz na cobertura. Por outro lado, Vander Esch teve apenas um ano como titular em Boise State, mas foi absurdamente produtivo. Com ótimo porte físico e instintos, o defensor pode ter um pouco de dificuldade no início, mas tem um potencial muito elevado.

 

23 – Los Angeles Rams

EDGE – Marcus Davenport (UTSA), Harold Landry (Boston College) e Sam Hubbard (Ohio State)

Depois de diversos investimentos para reformular a secundária com trocas e contratações na Free Agency, o Rams precisa pensar agora em fortalecer seu pass rush, que no momento seria muito dependente dos esforços de Aaron Donald. Assim, a seleção de um OLB deve ser prioridade para a equipe e atletas como Marcus Davenport, Harold Landry e Sam Hubbard possuem potencial para se encaixarem de maneira muito efetiva no esquema de Wade Phillips.

LB – Leighton Vander Esch (Boise State)

Uma das várias trocas do time nas últimas semanas envolveu o Alec Ogletree, que foi enviado para o New York Giants e deixou o Rams com um grupo muito limitado de linebackers. Por isso, este deve ser um dos setores que a franquia olhará com cuidado no Draft e uma opção na primeira rodada pode ser por Leighton Vander Esch, de Boise State.

OGs – James Daniels (Iowa)

A contratação do LT Andrew Whitworth foi uma das chaves na melhoria do desempenho do QB Jared Goff, ao permitir que a linha ofensiva melhorasse como um todo, gerando estabilidade para o time tanto nos bloqueios para o passe quanto para a corrida. No entanto, o guard Jamon Brown foi um ponto abaixo da média e o time pode buscar uma melhoria que deixaria a unidade ainda mais efetiva. Isto seria alcançado caso James Daniels seja a seleção.

24 – logo panthersCarolina Panthers

CBs – Carlton Davis (Auburn), Jaire Alexander (Lousville) e Donte Jackson (LSU)

Com a contratação de Bashaud Breeland indo por água abaixo após o jogador não ter sido aprovado no exame médico, as chances do Panthers conseguir um titular de qualidade ainda nessa Free Agency são bastante pequenas e o time pode se ver obrigado a reforçar a posição logo cedo no Draft. Felizmente deverão haver bons nomes disponíveis nessa altura do Draft, dentre eles o Carlton Davis com seu estilo físico, Donte Jackson e seu atleticismo, além de Jaire Alexander e seus ótimos instintos para a posição.

S Justin Reid (Texas A&M)

Outra alternativa para reforçar a secundária é conseguir mais talento para a posição de safety, sendo Justin Reid uma opção bastante viável. O ex-jogador de Texas A&M é o protótipo de jogador que as franquias procuram em um defensor para marcar em profundidade. Possui uma boa cominação de altura, atleticismo e velocidade, além de conseguir localizar a bola com facilidade.

WR Courtland Sutton (SMU)

A vinda de Torrey Smith está longe de ser suficiente para reforçar o corpo de recebedores do Panthers e a franquia precisa adicionar mais talento ao grupo que prejudicou bastante a produtividade ofensiva da equipe na última temporada. Sutton possui uma boa combinação de altura, porte físico, além de uma velocidade razoável para alguém do seu tamanho. O recebedor também é bastante agressivo na disputa por bolas com defensores e possui uma decente habilidade em conquistar jardas após a recepção.


Acompanhe nosso conteúdo mais de perto e fique por dentro de tudo o que rola na NFL e NCAA: Siga nosso Twitter e curta nossa página no Facebook. Para ganhar DEZENAS de benefícios e se tornar um apoiador do site e do nosso trabalho, clique aqui.

Compartilhe