sábado, 12 de novembro de 2016

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the fumble - L32

Na última quarta-feira o mundo todo ficou perplexo com a surpreendente eleição de Donald Trump como novo presidente dos Estados Unidos. Hillary Clinton era a grande favorita para conquistar o lugar na Casa Branca, mas as coisas mudaram e a esposa de Bill Clinton acabou sendo derrotada.

Confusa e com um sistema eleitoral mais complicado que escapar de um sack de Von Muller, a eleição americana deixou muita gente sem entender nada. Para facilitar as coisas vamos explicar tudo com termos da NFL, vamos nfelizar a vitória de Trump.

Quando a disputa começou, Hillary Clinton foi logo aparecendo como favorita e o clima de empolgou tomou conta dos Democratas. Podemos dizer que o começo da corrida eleitoral para Hillary foi parecido com o início da temporada de Minnesota Vikings e Philadephia Eagles nesse ano, ou seja, parecia que dessa vez a coisa ia.

Já Trump estava desacreditado, parecia uma grande piada. Quando ele confirmou que queria ser candidato à presidência soou do mesmo jeito que se o Jacksonville Jaguars se dissesse favorito ao Super Bowl antes da temporada começar.

Clinton sofreu inúmeros ataques durante a campanha, parecia um time com uma secundária fraca jogando contra o New England Patriots, um verdadeiro bombardeio.

Já Trump seguia mais desacreditado que quarterback escolhido na sétima rodada do draft.

Como toda boa temporada da NFL, temos polêmicas e escândalos. E Trump foi protagonista da confusão, sendo acusado de ser machista, preconceituoso, odiar imigrantes e o ápice, um áudio onde ele falava e forma pejorativa de mulheres, recebendo até acusações de abuso sexual.

Hillary tinha um grande aliado, como se fosse um quarterback treinado por um grande HC. Ela tinha o apoio de Barack Obama, que não mediu esforços em comandar o playbook e ajudar a pupila rumo à vitória.

Trump não tinha o apoio do time, digo, partido, ou seja, não era uma unanimidade, e os aparentemente poucos que o apoiavam pareciam insignificantes quando comparado a imensidão de haters. Mas ele não baixava a bola e se fosse um QB famoso diria apenas, quando questionado sobre o futuro, RELAX!

No dia da eleição, as casas apostas eram todas favoráveis a Hillary, parecia o Super Bowl 50, no caso, ela estava tipo o Carolina Panthers. Trump tinha a desconfiança, e poucos arriscariam a apostar nele.

Mas a partida, digo, apuração começou a logo de cara os mais confiantes na vitória de Hillary Clinton começaram a perceber que algo estava errado, alguma parecia ter fugido do controle. Deve ter sido a mesma sensação que os fãs do Panthers tiveram quando viram Von Muller virado no Jiraya sacando até a sombra.

Trump foi crescendo, dominando as ações e abriu vantagem, aliás, uma vantagem até considerável.

O impossível não tão impossível assim, o improvável ia acontecer… E aconteceu.

Trump controlou o relógio e só ajoelhou na bola para garantir a vitória.

Uma eleição tão emocionante quanto uma temporada da NFL… Com uma diferença. Na NFL no outro ano começa tudo de novo e é só um esporte, alguém precisa vencer, já as eleições decidiram o cargo mais importante do mundo e tomara que Trump não seja o Johnny Manziel e só faça patifarias.

Tebow nos proteja!

PS: Semana que vem tem episódio novo de O SUPER QUARTERBACK! 

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