32 por 32 – Análise Tática de Wentz x Prescott

3 de novembro de 2016
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32 por 32 - L32
A coluna 32 por 32 entra no ar toda quinta e faz “observações gerais” sobre a semana que passou, onde nosso colunista expõe aquilo que mais lhe chamou a atenção na rodada. Em seguida, o “Olho Tático” traz vários vídeos de jogadas interessantes para serem analisadas e, concluindo, ainda tem o “No Huddle”, sem conferência com os companheiros de equipe, para as curiosidades e rapidinhas. Quer deixar uma opinião ou esclarecer uma dúvida? A caixa de comentários está disponível no final do post. Obs: Os dois links “Leia Mais” abaixo podem ser essenciais para que você compreenda bem todo o texto.

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observações gerais
Nas observações gerais, nosso colunista traz opiniões a respeito de alguns dos temas mais interessantes dessa semana na NFL.

O relógio de jogo e os árbitros

Uma coisa que tem me deixado com o pé atrás em diversos jogos da NFL há alguns anos é o tal do relógio de jogo. E não por conta de alguma regra relacionada a ele ou coisa do tipo, mas sim porque ele é muito mal administrado pelos árbitros em situações de desespero de um time tentando empatar ou virar a partida a segundos do seu final. Explico. Poucos segundos no relógio e sem tempo para pedir, aí o QB dá um passe de 8 jardas e o natural seria perder cerca de 5 ou 6 segundos até o ataque se ajustar para o próximo snap, mas o que temos visto são perdas de muito mais que isso nesses momentos decisivos.

O exemplo mais recente aconteceu no duelo entre Seattle Seahawks e New Orleans Saints (vídeo abaixo). O Seahawks tentava pontuar na sua última campanha, jogando contra o relógio e teria tido a chance de tentar dois passes na end zone se não fosse por essa forma ridícula que a arbitragem tem de recolocar a bola em campo. Jogadores do Saints e Seahawks ficaram caídos, uns tentando pegar a bola para dar pro árbitro e outros impedindo. Falta? Que nada. O árbitro ficou esperando em pé praticamente e os preciosos segundos sendo queimados. Eram 16 segundos, veio o passe de 8 jardas e sobraram 2 segundos. Os 14 segundos desperdiçados nisso representariam uma jogada a mais, uma tentativa a mais de vencer o jogo.

E não pense que isso é sobre o Seahawks. Qualquer time nessa situação passa por esse mesmo problema. Quando não é a defesa atrasando e os árbitros ignorando isso, são os próprios árbitros sendo lentos para reposicionar a bola, sair do local e ir para sua posição de campo. É muita várzea para um jogo tão profissional. Minha sugestão seria adotar algo parecido como o que vemos no College – se o time conseguir o first down nos últimos dois minutos do primeiro ou segundo tempo, o relógio para até a bola ser posicionada e, em seguida, volta a correr. Que acham?

Vídeo do lance:

Tom Brady jogando muito

Eu não gosto de entrar em “hype” de ninguém. É o Brady para se vingar de Goodell blá blá blá…ano passado foi a mesma conversa para terminar sendo amassado por Von Miller e cia. Para falar do seu nível de jogo, aí sim vale a pena. E ele está jogando em altíssimo nível como já vinha sendo, com o diferencial de contar com um grupo de recebedores mais versátil e competente que em tempos recentes.

A começar por hoje ter uma ótima dupla de tight ends à sua disposição. Gronk e Bennett dão bastante versatilidade ao esquema ofensivo do Patriots, Edelman continua sendo aquele alvo de muita confiança nos passes rápidos e curtos principalmente, enquanto que Chris Hogan funciona em profundidade e foi bem contra o Bills na última rodada.

São 1.319 jardas, 73.1% dos passes completos, 12 TDs e 0 INTs em apenas 4 jogos (ficou suspenso nos primeiros 4), o que o levaria, nesse ritmo, a mais de 5 mil jardas aéreas – coisa que só conseguiu uma vez na carreira (2011) – e 48 TDs. Tudo isso não lhe coloca na briga pelos prêmios de meio de temporada, mas certamente estará no meio das conversas para MVP ao final da temporada regular caso continue girando em torno desse desempenho. Derek Carr e Matt Ryan hoje seriam os grandes rivais.

Finalmente uma rodada bem interessante

Já vim aqui nessa coluna criticar o nível dos jogos da NFL, especialmente os do horário nobre, mas finalmente tivemos duelos bem interessantes na rodada. A começar pelo jogo da manhã, em Londres, que colocou Bengals e Redskins frente a frente e vimos um empate bem movimentado e divertido de assistir. O Sunday Night Football entre Eagles e Cowboys estrelando seus QBs calouros também foi bem melhor e mais disputado que vários dos anteriores nessa faixa de horário, com direito a emoção até o fim. No período da tarde ainda tivemos dois jogos excelentes: Broncos e Chargers/Packers e Falcons. Por mais rodadas como essa!

olho tático

No “Olho Tático”, trazemos uma análise tática de alguns jogos da rodada com a ajuda de vídeos curtos. Para essa semana, vamos aproveitar o duelo do SNF entre Cowboys e Eagles para estudar o tape de Carson Wentz e Dak Prescott. Todos os vídeos aqui utilizados são captados pela câmera all 22, que pega todos os jogadores em uma visão aérea. Você tem acesso a isso aqui.

Repita os vídeos quantas vezes for necessário para observar todos os detalhes.

Tony Romo lesionado sempre foi sinônimo de problema gravíssimo para o Dallas Cowboys até finalmente a equipe escolher um bom backup para a posição no Draft e ele provar que poderia conduzir o ataque da franquia com qualidade diante da ausência do ídolo que não consegue se manter saudável.

Dak Prescott completou 65,2% dos seus passes para 1.773 jardas, 9 TDs, 2 INTs, 8.0 jardas por tentativa e um rating de 99.6. Números consistentes para um quarterback que boa parte dos analistas não considerava pronto para chegar e jogar na NFL. Aliás, essa classe de QBs calou a boca de muita gente nesse sentido. Como lado positivo do jovem “signal caller” de Dallas podemos apontar a sua capacidade de evitar “turnovers” em situações perigosas, os passes intermediários e seu talento correndo com a bola – já anotou 4 TDs terrestres em 2016.

Negativamente sobre Prescott pesa sua dificuldade em ter uma regularidade maior nos passes curtos e em fazer lançamentos considerados “big plays”. É importante salientar que ele jogou sem o seu left tackle titular e o principal recebedor do time – Dez Bryant – por algum tempo. Devido a isso, era de se questionar que ele passaria a ser muito conservador abusando de passes curtos e “checkdowns” com seu RB, mas o que vimos foi um quarterback buscando muitos passes intermediários que o plano de jogo do Cowboys lhe oferecia, se destacando principalmente nesse tipo de lançamento pelo meio como vemos no vídeo acima. Observe como ele faz uma leitura pelo meio e quando nota que o safety fechou por lá, lança para Dez Bryant que correu uma rota “post” e estava no mano a mano. Progressão rápida e ótimo passe de 19 jardas.

Uma das comparações feitas entre Wentz e Prescott recai sobre o grupo de apoio ofensivo que cada um possui à sua disposição. É evidente que Dak se beneficia de uma equipe superior ao seu redor, com uma das melhores linhas ofensivas de toda a liga, o running back líder em jardas da NFL (Elliott) e recebedores da estirpe de Dez Bryant e do incansável Jason Witten.

Em terceiras descidas mora uma outra diferença considerável entre os dois calouros. Até a semana 7, Prescott converteu 48% delas, enquanto Carson Wentz teve sucesso em apenas 35% de suas tentativas nessa situação, número abaixo da média da liga (40%).

Um ponto citado que favorece Dak Prescott nesse seu início de carreira é sua capacidade de correr com a bola, principalmente no que se refere a anotar TDs dessa maneira. No vídeo, vemos um alinhamento muito usado pelo Dallas Cowboys – nos 3 vídeos é o mesmo – com três recebedores do lado direito da linha ofensiva, um do lado esquerdo e um RB posicionado à esquerda do QB na formação “shotgun”. O WR do lado esquerdo costuma ser Dez Bryant e o recebedor no “slot” à direita e mais próximo da linha ofensiva normalmente é Jason Witten.

Todas as rotas dos recebedores posicionados do lado direito da OL cortam para dentro do campo, sendo Witten em uma “shallow cross” e os outros dois em uma “In”. Dez Bryant, isolado do lado esquerdo, explora o fundo da end zone e Elliott sai em direção à lateral como mais uma opção de passe. Prescott tem dois alvos muito eficientes nessas situações de red zone, são eles Dez Bryant e Jason Witten. Sua primeira leitura no lance é o seu WR1, em seguida avalia a situação do tight end e, ao perceber que ambos estavam cobertos a ponto de não valer o risco do passe, só então corre para anotar mais um TD terrestre na temporada. É mais uma opção que o jogador oferece ao ataque da franquia de Jerry Jones.

Chegou o momento de analisar um ponto “fraco” de Prescott. Coloco as aspas porque é perfeitamente normal como calouro que ele apresente esse tipo de dificuldade na NFL. Temos três problemas em um lance só: dificuldade contra pressão (no caso via blitz de 6 defensores), passe curto que precisa ser mais eficiente e progressão de leituras.

Primeiro, em nenhum momento Dak foi capaz de fazer ajuste na linha de scrimmage para se proteger da blitz, como por exemplo fazendo seu RB ficar na proteção e não permitindo que saísse para receber o passe. Isso nem foi colocado como um ponto fraco porque pouquíssimos jogadores terão esse domínio na primeira temporada. O QB do Cowboys apresenta uma quantidade de erros de passes curtos consideravelmente acima da média da NFL e tem se demonstrado inconstante nesse aspecto como podemos assistir no vídeo. Tem pressão, marcação boa, mas tem também um passe ruim com uma colocação de bola que favorece mais o defensor e com menos força do que deveria. O vídeo não é o melhor exemplo de passe curto ruim porque apesar de não ter sido bom, é possível achar desculpas até aceitáveis para ele, mas acredite, Prescott perde alvos em passes curtos através de lançamentos abaixo do que ele pode fazer com uma certa frequência.

A escolha desse vídeo se justifica por mostrar outros dois fatores: dificuldade contra pressão e progressão de leituras. É bem difícil fazer uma progressão quando vem vindo uma blitz de 6 defensores na sua direção, mas pelo menos o quarterback deveria ter feito o ajuste e transformado seu RB Ezekiel Elliott na primeira leitura. Como válvula de escape seria bem mais viável conseguir algo positivo com ele na jogada que esperar a rota de Jason Witten se desenvolver como ele fez. Note como Elliott está completamente livre na jogada.

O Philadelphia Eagles não sabia o que queria. Veio a renovação com Sam Bradford, a contratação de Chase Daniel para brigar pela posição de titular com o ex-jogador do St. Louis Rams. Quando parecia que a equipe havia se decidido sobre quem poderia ser seu QB na temporada 2016, no Draft fizeram uma troca louca para pegar Carson Wentz. E a ideia era colocá-lo no banco e usá-lo apenas em 2017. Por caminhos tortos, Wentz terminou como titular e jogando bem.

São 65,8% dos passes completos para 1.526 jardas, 9 TDs, 3 interceptações, 6.7 jardas por tentativa e um rating de 92.5. Mesmo com menos tentativas de passes, Prescott tem mais de 200 jardas a mais que Wentz e o motivo é muito simples, pois só Matthew Stafford (que analisamos nessa coluna) lançou mais “screen pass”  que o QB do Eagles. Carson é o segundo também na estatística de passes na linha de scrimmage ou antes dela que representam incríveis 27.6% de todos os seus passes na NFL. Chamar isso de um ataque conservador é dizer bem pouco sobre o quão ele protege o calouro. Óbvio que quem chama os passes não é ele e os recebedores do time tem uma influência nisso como será falado, mas fatos são fatos e a análise tática se baseia no que aconteceu nos jogos. Abordamos o que o jogador é e tem sido, não o seu futuro.

Como qualidades de Wentz, devemos mencionar a habilidade de conseguir jogadas mesmo com pressão vindo para cima dele – diferente de Prescott – e os passes intermediários que costumam ser bons. De negativo temos o seu trabalho de pés (footwork) que precisa evoluir e é algo que pode ser corrigido tranquilamente. No Sunday Night Football entre Eagles e Cowboys, o quarterback de Philly completou 32 de 42 passes (marca excelente de 74% de passes completos) para míseras 202 jardas. Quando um QB lança mais de 40 passes em um jogo e acerta mais de 70% deles, são esperadas pelo menos 320 jardas nessa performance e isso só evidencia o quanto o ataque do Eagles abusa de passes curtos, confiando em jardas após a recepção que não têm aparecido como deveriam.

Foi a primeira vez na história da NFL que um quarterback tentou pelo menos 40 passes com mais de 70% deles no alvo e teve como média menos de 5 jardas por tentativa. Vamos falar um pouco dos motivos de isso acontecer. Os WRs do Eagles deixam a desejar e isso fica claro quando Nelson Agholor, Dorial Green-Beckham, Jordan Matthews e cia somam 10 drops em apenas 7 jogos. Agholor ainda não se tornou aquele jogador que o time esperava que fosse se tornar e Green-Beckham não tem sido grande coisa. Matthews é o mais acionado. Os drops e a qualidade do grupo de recebedores influencia nas chamadas mais curtas e no raro uso de passes em profundidade, mas jamais justifica toda a questão porque Wentz tem qualidade nos passes intermediários como já demonstrou mesmo contra boa marcação. É um erro técnico ignorar isso e ser excessivamente conservador, e digo excessivamente porque ser razoavelmente conservador não seria problema. O pior disso tudo é que o ataque fica previsível no jogo aéreo e a defesa pode se adiantar, retirando o melhor que um sistema ofensivo conservador pode conseguir: jardas após a recepção. Sofrendo nesse aspecto, tudo desmorona. Com isso, Prescott que acertou 19 passes de 39 e jogou mal boa parte do jogo, terminou com 288 jardas, consideravelmente mais que Wentz que acertou 32 de 42 lançamentos.

No vídeo acima podemos perceber a capacidade de Carson Wentz de conseguir coisas positivas diante da pressão do “pass rush” adversário. Ele vai para o “play action” e quando se virá dá de cara com um CB em blitz, mas consegue sobreviver no lance e fazer o passe para Ryan Matthews conquistar várias jardas.

Se o talento ofensivo favorece Prescott que pode contar com recebedores de alto nível e consagrados bem como com um calouro como RB e que lidera a NFL em jardas terrestres, o conservadorismo do Eagles ajuda Wentz a ter atuações livres de grandes problemas e com alto índice de acerto nos passes. Na universidade, Carson demonstrou potência no braço e conseguiu alguns lançamentos longos interessantes quando lhe foi dada essa possibilidade.

Também em North Dakota State ele tinha um defeito mais gerado pela facilidade do que pela incapacidade dele como quarterback. Como a primeira leitura de Wentz na jogada normalmente conseguia separação, ele nem fazia a progressão de leituras justamente por nao precisar. Na NFL o buraco é mais embaixo e essas progressões são essenciais para que se possa ser um QB bem sucedido na liga, de forma que ele tem sido feliz ao trabalhar suas opções e avaliá-las nas chamadas.

No vídeo, são 3 progressões que ele faz de forma perfeita. Primeiro observa seu recebedor no “slot” (próximo à linha ofensiva) que faz uma rota “post”, depois vira a cabeça para avaliar a possibilidade de lançar para o WR na ponta direita que corre uma rota “Go” e, por último, vê o WR que saiu da ponta esquerda em uma rota “In” e manda a bola para ele mesmo com uma marcação boa. É um passe intermediário de cerca de 19 jardas, uma das qualidades do QB do Eagles.

No último vídeo da análise de Carson Wentz, podemos ver um de seus pontos negativos – trabalho de pés abaixo do ideal. Em algumas jogadas durante uma partida, é possível notar que é como se ele grudasse os pés no chão em definitivo e fizesse o passe forçando tudo em cima do braço, sem distribuir a força de impulsão com o movimento da parte debaixo do corpo.

Em um desses lances no jogo contra o Vikings, pagou caro por essa falha e foi interceptado, dando uma ótima posição de campo para o ataque de Minnesota. O passe sai muito alto e sem precisão alguma por erro técnico no momento da execução. Esse tipo de coisa deve ser corrigido ao longo dos treinamentos com o seu técnico de posição no Eagles, mas é algo para ficar de olho com o passar das rodadas. Não só o fato de ele ficar muito “pregado” no chão, mas em outras vezes movimenta demais os pés de maneira exagerada, tirando precisão também, mas agora por lançar sem ter o pé de apoio posicionado adequadamente.

CONCLUSÃO

Após uma análise de prós e contras de cada um, vídeos de lances dos calouros e diversas estatísticas, dá para dizer que não se pode cravar nada ainda. Prescott e Wentz precisam se provar em um prazo maior, com Dak sendo mais responsável pelo ataque do time quando Romo se aposentar e Carson com armas melhores e em um sistema que tenha pelo menos um pouco mais de verticalidade nele inserido.

Porém, para não ficar em cima do muro, do que vi até aqui creio que Wentz possa ser um jogador mais talentoso se a ele derem um pouco mais de liberdade para ser mais agressivo. Prescott, por sua vez, não deve deixar a desejar também, sendo perfeitamente capaz de ser eficiente em um ataque que lhe entregue armas para que ele possa se sobressair usando as suas principais qualidades e o Cowboys vem fazendo isso muito bem até então. Pesa contra ele o fato de que deve ir pro banco e isso vai frear um pouco sua evolução e ritmo de jogo até que volte em definitivo.

no huddle

  • Essa é a primeira temporada com empates em duas rodadas seguidas desde a temporada de 1997 que registrou empates entre Ravens e Eagle na semana 12 e Redskins vs Giants na semana 13.
  • Matt Forte é o quarto jogador na história da NFL a conseguir 50 ou mais TDs corridos, 500 ou mais recepções e 20 ou mais TDs recebidos.
  • O Vikings permitiu 20 ou mais pontos nos seus dois últimos jogos e perdeu ambos. Cedeu 17 ou menos nos 9 anteriores, tendo vencido 8 deles.
  • Tom Brady tem 26 vitórias contra o Bills na carreira. Está empatado com Brett Favre para mais vitórias contra um oponente específico. Favre teve 26 contra o Lions.
  • Derek Carr é o terceiro jogador na história a compilar 500 ou mais jardas, 4 ou mais TDs e nenhuma interceptação em um jogo (Ben Roethlisberger e Y. A. Tittle são os outros).
  • Amari Cooper tem 7 jogos com 120 jardas ou mais. Desde 1970, só Odell Beckham Jr e Randy Moss tiveram mais nas duas primeiras temporadas da carreira.
  • Aaron Rodgers tem 18 jogos com 4 TDs ou mais na carreira. Ultrapassou o lendário Johnny Unitas que teve 17 para se tornar o sexto da história no quesito.

A coluna 32 por 32 entra no ar toda quinta aqui no site. Anote na agenda e não deixe de conferir para curtir a NFL através dos seus detalhes táticos, observações e curiosidades!

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Tiago Araruna acompanha a NFL desde 2006 e é o idealizador do projeto Liga dos 32. Como Editor-Chefe do Portal, está à frente da coluna semanal 32 por 32, toda quinta no ar. Co-apresentador do Podcast Liga dos 32 que vai ao ar às quartas . No twitter: @tiagoararuna